quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Veja quanto seu time pretende investir no Campeonato Catarinense

Se apenas o investimento determinasse favoritismo, o Figueirense entraria no Campeonato Catarinense 2012 como principal candidato ao título. Único representante do Estado na Série A do Brasileiro, o clube tem o maior orçamento para o próximo ano.
Alguns times não fecharam os valores e ainda trabalham para buscar patrocínios, mas terminaram o ano com uma estimativa, a partir do cenário que terão em 2012, conforme as competições previstas no calendário.
O Avaí, por exemplo, foi rebaixado para a Série B do Brasileiro e sabe que a queda vai interferir diretamente no caixa, com uma diminuição no orçamento entre 30% e 40%, o que obrigará a direção a trabalhar com uma folha de pagamento mais modesta. Isso não quer dizer que não vá brigar pelo título da competição.
Outros clubes, com situação financeira bem mais modesta que o Figueirense e seus R$ 42 milhões, valor previsto para o próximo ano, também esperam surpreender já no primeiro semestre.
Joinville e Criciúma, por exemplo, também possuem uma folha de pagamento que ultrapassa os R$ 500 mil, ao lado dos dois representantes da Capital. São os quatro “grandes”.
A Chapecoense, atual campeã catarinense, aparece no meio do caminho, entre aqueles que investem alto e os que ficam na parte de baixo da tabela quando o assunto é grana. Os números não são definitivos, mas a previsão é de R$ 250 mil em custo com folha salarial. Ano passado, ela iniciou em R$ 180 mil e ultrapassou R$ 200 mil durante a competição. O pensamento segue uma linha bastante definida: apostar no bom e barato.
Assim também trabalham os clubes do Vale do Itajaí. Marcílio Dias surge no mesmo patamar, um pouco acima de outros quatro representantes da região – Metropolitano, Atlético de Ibirama, Brusque e Camboriú.
Estreante na elite após ter sido campeão da Divisão Especial, o Camboriú também é o caçula em outro aspecto. Entre os 10 clubes, é quem prevê a folha de pagamento mais reduzida: R$ 60 mil.
Certo é que os números não são definitivos. Os resultados em campo provocam muitos reflexos e, dependendo das campanhas, os números podem oscilar durante o campeonato. Em comum, o desejo de todos: fechar de forma positiva na tabela e nas contas.

Por Jornal de Santa Catarina

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